O navegador já está presente em computadores e celulares e oferece recursos suficientes para muitas experiências interativas. Isso permite construir ferramentas que o usuário acessa por um link e começa a utilizar rapidamente.
Menos infraestrutura pode significar menos atrito
Quando a atividade consegue executar grande parte da lógica no próprio dispositivo, o servidor pode ficar responsável apenas pelo que realmente precisa ser centralizado. Para minigames e demonstrações educacionais, essa arquitetura pode reduzir custos, dependências e pontos de falha.
O dispositivo do usuário também tem limites
Navegadores variam. Recursos de voz, áudio, armazenamento local e permissões não se comportam exatamente da mesma maneira em todos os ambientes. Por isso, simplicidade arquitetural não elimina a necessidade de testes em celulares, desktops e navegadores diferentes.
Privacidade deve fazer parte do desenho
Executar mais lógica localmente pode reduzir a necessidade de enviar dados para um servidor, mas não torna automaticamente a aplicação privada. Métricas, publicidade, formulários e serviços externos devem ser avaliados separadamente e informados de forma clara ao usuário.
Escolher tecnologia pelo problema
Uma plataforma robusta é necessária quando há contas, colaboração, sincronização ou grandes volumes de dados centralizados. Já uma atividade curta e independente pode funcionar melhor como aplicação web leve. A decisão técnica deve seguir a necessidade do produto, e não o contrário.